Trabalhar com amor é ter vontade de ir pra empresa, é mais do que obrigação!

Fazer o que gosta ou gostar do que se faz como forma de trabalho é um dos maiores objetivos de qualquer pessoa. É comum encontrarmos profissionais insatisfeitos com seus trabalhos ou com a carreira e que não se dedicam efetivamente aos seus afazeres, não desenvolvem seu melhor e não trabalham com amor.

 

Trabalhar com amor é estar apaixonado pelo que faz, é sentir prazer no do que se está fazendo. É ter vontade de ir trabalhar e nunca ir ao trabalho apenas por obrigação. Como diz Jack Welch, em seu livro ‘Paixão por Vencer’. Com certeza, as melhores pessoas para uma determinada função são aquelas que têm “4E” (Energia Positiva, Energização, Esforço e Execução) e “1P” (Paixão).

 

O fato é que esse conceito de trabalhar fazendo o que se gosta é relativamente novo. Até meados da década de 80, o trabalho era visto como uma forma de apenas ganhar dinheiro. Muitos dos profissionais que estão hoje no mercado, escolheram suas carreiras pensando nas possibilidades de ter mais sucesso financeiro.

 

Somente nos últimos anos as pessoas começaram a ter uma preocupação maior com suas carreiras e seus verdadeiros interesses profissionais. É claro que fazer o que gosta é o ideal de todos os profissionais, entretanto nem sempre isso é possível e quando isso não acontece deve-se ter maturidade suficiente para entender que aprender a gostar do que se faz e se dedicar a isso, é bem melhor que passar a vida reclamando.

 

Para ter satisfação, é fundamental entender quais os impactos dos resultados de sua tarefa para a empresa. Colocar metas é muito fácil, entretanto é preciso que as empresas promovam feedback, etapa muito importante para que as pessoas sintam-se reconhecidas, valorizadas e, portanto, satisfeitas.

 

Anote aí empresário: Emoções e desafios no trabalho, oportunidades de aprendizados e crescimento profissional, equipe de pessoas formidáveis, boa remuneração e excelentes lideranças, são apontados como as principais razões pelas quais os profissionais permanecem em seus empregos.

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