17
jul

Mídias sociais no marketing pós-crise

A pandemia de coronavírus fez muitos consumidores gastarem mais tempo em suas redes sociais, é o que identificou o rastreador semanal do Covid-19 da GlobalData após analisar 11 países. 43,7% dos consumidores aumentaram o tempo de uso nas redes e não devem mudar esse comportamento no curto prazo.

O impacto da pandemia fez com que muitos reduzissem suas despesas de marketing e procurassem maneiras acessíveis de gerar impacto, o que geralmente implica em mídias sociais. De acordo com a GlobalData, a medida faz sentido, uma vez que as redes ajudam as marcas a promover compras e a fidelizar os consumidores.

Nesse contexto, as mídias sociais terão um papel fundamental no marketing pós-crise, já que muitas empresas estão cortando orçamentos de marketing para reduzir custos.

Um dos detalhes que farão a diferença é que a mídia social é muito mais barata. Os especialistas ressaltam que as que marcas que conseguirem tirar proveito do conteúdo gerado pelos usuários e forem menos dependentes de posts e colaborações patrocinadas, sairão na frente.

Para os experts da GlobalData isso significa que as empresas devem focar em estreitar suas relações com os consumidores, em vez de tentar impulsionar vendas o tempo todo. As marcas também devem garantir que “o conteúdo não se incline tanto em mensagens focadas na compra, uma vez que muitos seguidores não estarão economicamente estáveis ​​o suficiente para comprar itens não essenciais, considerando que as taxas de desemprego dispararam globalmente”.

Algumas dicas são importantes de lembrar:

As marcas devem se concentrar em fidelizar os compradores e influenciar suas decisões de longo prazo.

No radar das redes sociais deverão estar aspectos que vão além dos produtos, como: elementos de identidade de marca que ressoem com os consumidores, medidas positivas que tomaram durante a crise e a criação de um senso de comunidade. Esses são aspectos “humanos das marcas” com os quais as pessoas podem se relacionar, independentemente de estarem em condições de consumir ou não.

 

Fonte: www.globaldata.com